sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Cinco meses.

Todos eles com Danilo ao meu lado. Não tem como descrever, nem eles nem Danilo. Um dia dele, ganhei uma aliança! No outro, um “D” no meu pescoço. Ganhei beijos, abraços, carinho, amor. Mas esse não é o mais importante. Eu ganhei muito mais que isso... Eu ganhei Danilo. E me tornei dele.

Foi fácil e rápido. Foi lindo e romântico. Será, por toda eternidade, perfeito. Não existe mais “o começo” e, muito menos, o casal que vai se separar no segundo mês juntos. Porque já se foram cinco meses e eu tenho cada vez mais certeza que eu quero Danilo para o resto da minha vida. No jantar, café-da-manhã, carnaval, almoço, escola... Seja aonde for.
Hoje foi um dia terrível, essa semana, aliás. Eu sinto necessidade tão grande de Danilo que um dia desses, eu chorei. Não foi um choro só. Eu chorei muito mais que o normal. Chorei porque é tudo tão difícil, porque é tão difícil eu ter o Danilo perto, todas as manhãs ele está lá, 24 quilômetros longe de mim, mas eu sinto ele comigo. No começo, perguntavam se era um namoro à distância... Mas nesses cinco meses percebi que 24 quilômetros não são nada comparados ao quanto eu consigo amar Danilo. Ele e tudo que é perfeito nele. Já que não vejo nada imperfeito, digo que amo ele duas vezes mais. Digo mais, amo ele incondicionalmente. Amo ele mais do que qualquer coisa. Vivo dele.

A minha necessidade dele não é normal. A saudade dele já vem quando o vejo indo embora, e eu odeio isso. Essa saudade enlouquecida e a distância.
Eu queria que ele me perdoasse por ser tantas vezes ogra deixando ele magoado. Porque eu não vou conseguir viver sem ele.
Já é carnaval, e o que eu mais queria aconteceu, vou passar com meu fofinho e não com meu pai e as piriguetes que ele insiste em fotografar! Vou passar com o amor da minha vida. Com a pessoa que mais me faz feliz no mundo. Ele consegue me fazer parar de chorar, ele também consegue me fazer chorar, indo pra longe de mim.
Eu penso o que eu era antes desses cinco meses, ou dos seis em que nos conhecemos. Eu não era nada. Agora eu admito, sou o “tudo” do Danilo e ele o meu. Porque o que eu mais sonhei na vida foi por encontrar um menino tão carinhoso como ele, eu achei, e o amo. Porque o que eu mais sonhei foi alguém com quem eu pudesse ser eu ao máximo, alguém com que eu possa ser nojenta ao extremo, e carinhosa ao infinito. Alguém que roube meu coração com um simples gesto de amor, alguém que me ame. Alguém que me faça carinho, alguém que diga um “se acalme” tão relaxante com a voz mais calma do mundo que, realmente, consegue te acalmar. Alguém que tem um sorriso largo e lindo, com duas covas largas e lindas. Alguém que tenha uma sobrancelha enorme e que me deixe mexer nela. Alguém que se perfuma e que tenha cachos tão lindos e cheirosos em todo o momento.

Alguém que desde doze de setembro eu já sei quem é: o meu Danilo.
O meu bebê. O amor da minha vida.
Feliz cinco meses, da sua menininha.

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